Interações entre Polimorfismo Relacionado à Obesidade e Consumo de Refrigerantes

Interações entre Polimorfismo Relacionado à Obesidade e Consumo de Refrigerantes

Estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition aponta possível associação entre ingestão de refrigerantes regulares (com açúcar) e ganho de peso, reforçada por predisposição genética para aumento do índice de massa corporal (IMC).


Conduzido por pesquisadores da Research Unit for Dietary Studies ao the Parker Institute and Institute of Preventive Medicine, na Dinamarca, o estudo avaliou 4765 indivíduos. Foram estudadas as interações entre predisposição genética molecular a obesidade e consumo de refrigerantes em relação à variação anual de peso corporal, IMC, circunferência da cintura (CC) e razão cintura-quadril ajustado por IMC (RCQ). O modelo para avaliação da predisposição genética foi construído com base em 50 polimorfismos de nucleotídeo único associado com a obesidade, considerando essas variáveis.

Observou-se aumento médio significativo de 0,07 kg/ano a cada porção de refrigerante ingerida por dia. “A predisposição genética para IMC elevado, CC e RCQ combinadas podem fortalecer a associação entre a ingestão de refrigerantes e ganho de peso corporal”, concluem os autores.

Fonte: Olsen NJ, Angquist L, Larsen SC et al. Interactions between genetic variants associated with adiposity traits and soft drinks in relation to longitudinal changes in body weight and waist circunference. Am J Clin Nutr. 2016;27 [in press].

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